quarta-feira, 20 de julho de 2016

I SIMPÓSIO, PALAVRAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL,UM DIÁLOGO COM A EXPERIENCIA



Jorge Garrido

Pessoal, esse foi um mega super evento
Desses que aguardamos ansiosamente 
Que queremos ver e vimos acontecer mesmo
Uma coisa muito boa verdadeiramente
Um espetáculo que nós merecemos
Agora vamos apresentar detalhadamente
Maria Carmem, veio com Política Pública
Mariene com todo seu forte empoderamento
Sidney Macedo, Currículo foi seu tema
Foi muito rica a construção do conhecimento
Ladjane com reflexões sobre as experiencias locais
Deu sequencia a esse maravilhoso momento
Nadjara com o Projeto de Cabelos e Turbantes
Cristiane com o Projeto do Empolgamento Feminino
Fátima contribuiu com o Dr Djalma Ramos e Riachão
Cada qual dando sua colaboração, quase um mimo
Bem assim que nasceu um grande projeto pedagógico
Um Maravilhoso Evento é assim que eu o defino
A equipe foi apresentada, muito boa por sinal
Tudo que aqui ocorreeu, conseguimos desfrutar
Pessoal vamos falar sobre educação infantil
Pensem bem a maravilha que conseguiram realizar
Tratar do que há de melhor, a base de tudo
O que se fez nessa fase, todo o resto pôde determinar
Atenção, muita atenção, isso tivemos todos
Assim tivemos importantes e fabulosos aprendizados
Saimos com outro perfil depois desse I Simpósio
Estamos certamente muito mais qualificados 
Essa foi uma oportunidade que tivemos de aprender
Todos os participantes foram sim, bem beneficiados
Então digo com felicidade e carinho
Tudo aqui foi feito com intensidade
Sabemos que houve uma boa semeadura
Que possamos colher o melhor da oportunidade
Para que na sala de aula o reflexo se note
É nossa esperança de coração, com verdade
O ASPROLF e cada pessoa envolvida 
Quem participou dessa organização
Presenciou o grabde sucesso que foi o evento
Que tem como meta melhorar a EDUCAÇÃO

terça-feira, 12 de julho de 2016


Nos do ASPROLF, recebemos a informação:

Que a merenda escolar, apesar do atraso do fornecedor, já está normalizada.  

DENÚNCIAS LEVAM COORDENADORES DO ASPROLF À CENTRAL DA MERENDA



Hoje, pela manhã, os Coordenadores Cleber e Garrido, foram à Central da Merenda para apurar denúncias com relação a falta de merenda na tarde de segunda feira, dia 11 de julho.
De acordo com a Coordenadora da Merenda Escolar, a nutricionista Cadja, houve um problema na entrega dos produtos pelo fornecedor.
Eram 11 horas da manhã dessa terça feira, dia 12 de julho, e os fornecedores estavam para chegar, o atraso hoje se devia ao fato do caminhão está preso na Via Expresso, por conta de uma manifestação que estava ocorrendo nesse local.
Saímos da Central e ainda não havia chegado o caminhão dos fornecedores.

O ASPROLF, está atento ao que ocorre na educação municipal.



quinta-feira, 7 de julho de 2016


O ASPROLF – Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Lauro de Freitas informa que as inscrições para o 
I SIMPÓSIO DE EDUCAÇÃO, foram encerradas. 





quarta-feira, 6 de julho de 2016

ASPROLF - Reunião com a comissão organizadora do I SIMPÓSIO DE EDUCAÇÃO




O ASPROLF – Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Lauro de Freitas realizou na tarde desta terça-feira (05\07), mais uma reunião com a comissão organizadora do I SIMPÓSIO DE EDUCAÇÃO, dando sequência a organização do evento que será realizado no dia 19 de julho.

Na oportunidade foram tomadas decisões importantes, para que a realização do Simpósio se dê com a qualidade que professores e professoras de Lauro de Freitas merecem.

domingo, 3 de julho de 2016

ASPROLF NO DOIS DE JULHO.





O Dois de julho é o orgulho do povo baiano. Mas o caráter de protesto social que hoje marca essa data, com presença marcante de sindicatos, grupos de estudantes, partidos políticos e o povo baiano, fez do Dois de Julho o palanque ideal, de manifestações populares.



"Em 1990, os punks baianos provocaram a polícia, exigindo o direito de participar do préstito do Dois de Julho. Foram reprimidos, mas tiveram o apoio do povo baiano: conseguiram um êxito notável... Na mesma ocasião, os populares garantiram a manifestação do Movimento dos Meninos e Meninas de Rua, que denunciavam maus tratos sofridos e o descaso do Governo para com as crianças marginalizadas: as autoridades desistiram da repressão ensaiada, diante da evidência de que o cortejo cívico podia degenerar num grande tumulto, hoje a festa ganhou uma notoriedade, muito grande na Bahia é visível a presença de  sindicatos, políticos entre eles vereadores da região metropolitana, prefeitos, governador, partidos políticos, populares, estudantes, minorias segregadas, vítimas de preconceitos que se sentem excluídos. Essa diversidade faz do palco do Dois de Julho um ambiente DEMOCRÁTICO essa é a graça da festa"


ASPROLF Sindicato dos educadores de Lauro de Freitas.



Vamos a festa, Cortejo Cívico do 2 de Julho coloriu as do Centro de Salvador com as cores do estado e do país e atraiu pessoas de todas as idades, na manhã deste sábado, 2. Esse ano são comemorados 193 anos Independência da Bahia. Diversas autoridades do Estado participaram dos festejos, iniciados em frente ao panteão, no Largo da Lapinha, com o hasteamento das bandeiras do Brasil, do Estado, de Salvador e do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB).
Ainda na Lapinha, também foram depositadas flores no túmulo do general Labatut, um dos heróis da independência e líder do exército pacificador que garantiu a vitória da Bahia contra as tropas portuguesas na histórica Batalha de Pirajá. Em seguida, o cortejo que transportou a imagem dos caboclos seguiu até a Praça Thomé de Souza, no Centro Histórico de Salvador.


Um pouco de História 



Na madrugada de 2 de julho de 1823 os canhões do Forte da Lagartixa, que ficava em Água de Meninos, atiram para anunciar a partida das tropas portuguesas de Salvador. Vencidos por uma tropa de soldados regulares, escravos, descendentes de índios e pessoas comuns, os lusos pegam o caminho de volta.

Há pouco menos de um ano, em 7 de setembro de 1822, o então regente D. Pedro I proclamara a Independência do Brasil, assumindo, em outubro, o trono como imperador dos brasileiros. Mas os baianos continuaram sob ocupação lusitana até aquela madrugada, quando a alvorada dos canhões deu o sinal para a entrada do Exército Libertador na cidade.

A luta contra os portugueses começou quando oficiais militares brasileiros, sediados em Salvador, insubordinaram-se contra nomeação do general Madeira de Melo como comandante das armas na Bahia, substituindo do cargo o militar brasileiro Manuel Pedro de Freitas Guimarães.

A Carta Régia veio de Portugal, em fevereiro de 1822, implantando total subordinação do comando militar da cidade aos portugueses. O estado na época era governado por uma junta provisória formada por brasileiros, que não foi consultada. A Câmara Municipal também foi passada para trás, o que aumentou a insatisfação.

Madeira de Melo submeteu os poderes políticos e militares a seu comando e mandou reprimir os atos de insubordinação dos militares e da população a partir de 12 de fevereiro de 1822. No dia 21, o Forte de São Pedro, onde oficiais e soldados brasileiros resistiam, cai para as tropas lusas. As tropas brasileiras se dispersam, mas o movimento continua.

Políticos, militares e senhores abastados refugiam-se nas cidades do Recôncavo. Em Salvador, a tropa portuguesa se aproveita do terror implantado por Madeira de Melo para saquear brasileiros, espancar e matar negros e mulatos. No Convento da Lapa, matam à baioneta a sóror Joana Angélica.

A violência acirrou o espírito antilusitano nos setores mais pobres da sociedade de então e começa uma espécie de guerrilha contra os portugueses. No entorno da cidade,numa área que abrangia os atuais bairros de Pirajá e Itapuã, a tropa lusa passou a ser atacada por soldados desertores, índios e escravos fugidos.

Enquanto isso, nas cidades do Recôncavo, com suas terras ocupadas pela riqueza da cana-de-açúcar, o movimento se organiza. Em 14 de junho de 1822, a Câmara Municipal de Santo Amaro proclama adesão ao príncipe D. Pedro. Foi a primeira cidade baiana, seguida por Cachoeira e várias outras.

No dia 25 de junho, soldados brasileiros mal-armados rendem uma canhoneira portuguesa que bombardeava Cachoeira. A resistência se organiza rapidamente na cidade, formando batalhões para enfrentar os portugueses. Na ilha de Itaparica, grupos locais impediam a navegação lusitana na Baía de Todos-os-Santos. Começa a guerra que duraria pouco mais de um ano.

Mas as tropas baianas não conseguiram terminar a ocupação lusitana de Salvador. Mas a proclamação oficial da Independência por D. Pedro, em 7 de setembro de 1822, daria novo alento à luta. Em outubro, o imperador nomeia o general mercenário francês Pierre Labatut para comandar o Exército Libertador e as coisas começam a mudar.

Em janeiro de 1823, Madeira de Melo tenta tomar a ilha e suas tropas são rechaçadas pela população. Guerrilha no mar e em terra, com batalhões populares como Os Encourados de Pedrão e dos Periquitos forjando heróis locais como Maria Quitéria e açoitando as tropas portuguesas num terreno que elas não conheciam.

Labatut aperta o cerco sobre Salvador e alista filhos e escravos dos senhores dos engenhos de cana-de-açúcar, geralmente contra a vontade dos barões, no novo exército. Nos dias 8 e 9 de novembro de 1822 venceu os portugueses na batalha de Pirajá, em que o quase místico toque de atacar do corneteiro Lopes alterou o resultado da guerra.

Derrotados em terra, os lusitanos continuam a ser fustigados na Baía. Aí aparecem outros personagens da Independência. Thomas Alexander Cochrane, o almirante Lord Cochrane, mercenário inglês contratado por D. Pedro, o português João Francisco de Oliveira Botas, o João das Botas, e a negra Maria Felipa.

A esquadra de navios velhos e tripulação despreparada de Cochrane, a frota de saveiros de João das Botas e a população liderada por heróis como Maria Felipa impedem a navegação lusitana na Bahia e capturam ou destróem navios de suprimentos para as tropas em Salvador. O cerco é fechado.

Na madrugada de 2 de julho de 1823, depois do soar dos canhões, as tropas vitoriosas entram em Salvador pela Estrada das Boiadas, no atual bairro da Liberdade. Em homenagem a Lima e Silva, o Duque de Caxias, que comandou a entrada do Exército, a estrada depois ganharia o seu nome. Era o fim da Guerra da Bahia.

A verdade.



"Por causa das deformações no ensino da história do Brasil e das diferenças regionais em nosso país. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais ganharam uma posição de destaque por causa da proclamação da República e pelo desdobramento da chamada Revolução de 1930, que conduziu o país a uma nova fase, que tentou unir formas democráticas audaciosas e formas autoritárias, mesquinhas, ditatoriais, que atrasaram o Brasil em pelo menos 50 anos. É o que está na base desse desconhecimento da luta pela independência do Brasil, e não só na Bahia. Essa província travou uma guerra que durou mais de um ano. Custou muitas vidas, sacrifícios e contribuiu também para o maior empobrecimento da província.


Dr. Luís Henrique Dias Tavares: "Uma guerra na Bahia", em revista da Fapesp, janeiro de 2006"