quinta-feira, 25 de maio de 2017

EM BRASILIA EM SALVADOR, O DIA 24 FOI DE LUTA



Nesta quarta-feira, dia 24 de maio, o povo trabalhador e a juventude protagonizaram mais um grande dia. Milhares de pessoas ocuparam a Esplanada dos Ministérios em uma manifestação nacional, organizada pelas centrais sindicais e movimentos sociais. Na pauta, a luta pela derrubada de Temer e suas reformas e por eleições diretas já.


Mais uma vez, a manifestação foi violentamente reprimida, tanto pela PM como pela Força Nacional de Segurança, que não permitiram que os manifestantes chegassem, de forma pacífica, na frente do Congresso Nacional. Já existe a informação de dezenas de manifestantes feridos, alguns gravemente. Um manifestante foi ferido com arma de fogo, o que é gravíssimo.
Porém, apesar de toda a repressão violenta, foi impossível abafar a força deste movimento, no item violência a manifestação em Salvador foi pacifica, mas trouxemos para as ruas mais de trinta mil pessoas, o movimento foi lindo na capital Baiana. A manifestação repercutiu até dentro do Palácio do Planalto, onde fontes do próprio governo admitem que o número de manifestantes foi acima do esperado.


No Congresso Nacional, a força das ruas ajudou os parlamentares da oposição a impedirem, pelo menos até o momento, a votação das reformas reacionárias e de projetos de interesse do governo. A dita normalidade no funcionamento parlamentar foi, mais uma vez, “pelo ralo”.





Os acontecimentos de hoje na capital do país são mais uma demonstração de que o governo ilegítimo de Temer não tem mais como continuar. O envolvimento direto do presidente em mais um escândalo de corrupção, especialmente a partir da delação de executivos da JBS, e a sua agenda de reformas reacionárias, que quer jogar todo o peso da crise sobre os ombros do povo trabalhador colocam na ordem do dia a necessidade de derrubá-lo nas ruas.

A manifestação nacional de hoje em Salvador e outras cidades, foi mais um passo importante desta luta. Caso Temer caia, não aceitaremos uma eleição indireta para presidente. Esse Congresso Nacional formado por uma maioria corrupta e reacionária não tem nenhuma legitimidade para escolher um novo presidente.
Defendemos a saída imediata do presidente ilegítimo e a convocação e novas eleições diretas, tanto para presidente da república, quanto para o Congresso Nacional.

ASPROLF levou caravana para Brasília  

O ASPROLF - Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Município de Lauro de Freitas levou uma caravana para o Ocupa Brasília nesta quarta-feira (24), dia que entrou para a história das mais diversas forças sindicais, que juntas, unificaram a luta contra as medidas do governo golpista de Michel Temer, contra a retirada dos direitos legítimos dos trabalhadores, pela saída do 'Temeroso' da presidência do País e pelas Diretas Já!


A caravana do ASPROLF com 2 ônibus saiu da cidade de Lauro de Freitas na manhã da terça-feira (23), e só pouco mais de 24h depois chegaram ao destino (DF), onde trabalhadores representantes de várias entidades e centrais sindicais (CSP conlutas, CUT, CTB, entre outras) já se concentravam.



Temer decreta uso das Forças Armadas contra manifestantes

Enquanto uma multidão de trabalhadores e estudantes ocupava pacificamente o Eixo Monumental em Brasília, aqui no Centro de Salvador também foi o cenário da nossa luta no dia 24, coordenadores do ASPROLF se dividiram nos dois eventos, um momento de grande efervescência foi quando o presidente ilegítimo assinou decreto autorizando o “emprego das Forças Armadas para garantia da Lei e da ordem no Distrito Federal”, essa ação, aqui em Salvador aumentou o a vontade de lutar, fez parte do discurso das lideranças presentes na capital baiana.

Em brasilia, Ministro da Defesa, Raul Jungmann, convocou a grande imprensa para uma coletiva, onde afirmou que, atendendo a um pedido do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, o presidente Temer estava autorizando o uso das Forças Armadas contra as manifestações.

Segundo o decreto, esta autorização é válida de hoje até o dia 31 de maio, e será o Ministério da Defesa que definirá a abrangência geográfica do uso das Forças Armadas dentro do Distrito Federal. Neste momento, segundo a grande imprensa, tropas do Exército já estão ocupando a área da Esplanada dos Ministérios. Esta medida, que já está sendo apelidada de “AI-1 de Temer”, em referência aos Atos Institucionais da ditadura militar, faz lembrar o pior dos “anos de chumbo” em nosso país.

Trata-se de mais um ataque brutal às garantias e liberdades democráticas do povo brasileiro. Não podemos aceitá-la de forma nenhuma. Sua adoção só pode ser explicada pela escalada antidemocrática que vem acontecendo nos últimos anos no Brasil, especialmente depois do golpe parlamentar que aprovou o impeachment.

A já limitada democracia dos ricos que existe em nosso país está agora ameaçada por medidas autoritárias e antidemocráticas, de caráter violento, como esta. Caso não sejam derrotadas, essas ações podem significar ataques ainda maiores aos movimentos sociais e ao povo trabalhador de conjunto.

Se essa medida absurda seguir válida, assistiremos a um terrível precedente jurídico: o uso das Forças Armadas para reprimir manifestações da classe trabalhadora e da juventude.

Centrais Sindicais devem marcar imediatamente uma nova Greve Geral




Depois da manifestação em Brasília, e para intensificarmos nossa luta, as centrais sindicais e movimentos sociais precisam definir imediatamente a data de uma nova Greve Geral para botar Temer para fora de vez, derrotar as reformas trabalhista e previdenciária e garantir eleições diretas.

Só uma nova Greve Geral, ainda mais forte do que a que realizamos no dia 28 de abril, poderá elevar a força de nosso movimento, impondo uma derrota significativa e definitiva ao governo ilegítimo.
Esta nova Greve Geral deve ser também uma resposta categórica e firme ao decreto de Temer autorizando o uso das Forças Armadas para reprimir o legítimo movimento de luta do povo brasileiro.

A unidade da esquerda é decisivo

O dia de hoje mostrou que a unidade de todas as forças da classe trabalhadora é muito importante para lutar: sindicatos, centrais, movimentos populares – todos estávamos juntos enfrentando o governo e a repressão. Mas o dia de hoje demonstrou também, em particular, a importância da esquerda socialista. Especialmente nos momentos mais difíceis da resistência, a atitude da CSP-Conlutas foi muito importante. Isso mostra uma lição pro futuro. Além disso, precisamos apresentar uma alternativa política para o país. E nisso, infelizmente, não teremos acordo com a CUT, o PT e várias outras organizações, que apostam em uma reedição do governo Lula. Nós da esquerda socialista queremos superar a experiência petista, não repeti-la. Por isso, é hora de somar as forças do PSOL, do PSTU, do PCB, do MTST e dos movimentos sociais combativos na construção de uma Frente de Esquerda Socialista, que atue junto na luta e aponte uma saída estratégica para o país.

1. Abriu-se uma nova conjuntura na última semana. Ela foi precipitada por uma divisão séria na classe dominante. No plano imediato, mais tático, há aqueles que já defendem que a queda de Temer é inevitável, e terá um custo inferior à sua permanência para o destino das reformas trabalhista e da previdência.

Outra fração ainda hesita, porque temerosa de que a destituição pelo TSE, uma renúncia, ou impeachment, sejam fatais para o futuro das reformas. Receiam que a derrubada de Temer subverta a continuidade da agenda reacionária que permitiu formar o bloco que se articulou para fazer o impeachment de Dilma Rousseff, um ano atrás, e praticar  a política de choque pelas reformas.

As duas frações têm muito medo de que não seja possível eleger, pela segunda vez, um presidente no Congresso Nacional com um mínimo de legitimidade. Mas estes dois blocos expressam diferenças, também, mais estratégicas.
Uma fração defende a iniciativa do Ministério Público, da Polícia Federal, e de uma parcela do Judiciário que, através da LavaJato, desde 2014, há três anos, decidiu abraçar um programa de reforma política, em especial, de reforma do sistema partidário erguido nos últimos trinta anos, desde o fim da ditadura. Percebem que este sistema partidário é anacrônico, atrasado, obsoleto, corrupto e passou a ser disfuncional. Em primeiríssimo lugar, porque os grandes partidos são todos financiados, ilegalmente, pelas grandes corporações.
A outra fração resiste, porque teme as consequências de um desmoronamento abrupto do sistema. Ambos os blocos são reacionários. Nenhum deles merece apoio algum. Alianças com qualquer um destes dois blocos serão fatais para a esquerda brasileira.
Há que explorar as possibilidades abertas pela divisão dos inimigos, mas marchar de forma independente. Isso significa defender o Fora Temer, mas, também, um Fora às contrarreformas trabalhista e previdenciária, e denunciar os planos de um golpe dentro do golpe, que seria a eleição indireta de um novo presidente por este Congresso Nacional.
Os métodos de luta são, também, importantes. Uma nova greve geral deve começar a ser construída, imediatamente, a partir do Ocupa Brasília da quarta-feira dia 24 de maio. Somos socialistas, não “grevicultores”. Mas a Greve Geral para derrubar Temer se impõe como o próximo passo para que a classe trabalhadora ganhe confiança em suas próprias forças como o sujeito social que abre o caminho.
2. Já tinha ocorrido uma inflexão favorável na relação social de forças entre as classes depois da greve geral de 28 de abril. A entrada em cena dos grandes batalhões da classe trabalhadora organizada confirmou que a maioria da população já tinha concluído que as reformas trabalhista e previdenciária eram inaceitáveis, e tinha se deslocado para a oposição às reformas do governo Temer.
A revelação ainda parcial do conteúdo escandaloso da delação premiada parece estar produzindo uma reviravolta positiva na consciência de muitos milhões de trabalhadores. As camadas médias parecem estar perplexas. É possível que franjas da classe média se desloquem para o campo do Fora Temer, o que seria muito positivo.
Agora o que está em cheque não são somente as reformas, mas a própria continuidade do governo Temer. Acontece que esta dinâmica ainda é lenta, como se confirmou nas primeiras passeatas, essencialmente, de uma vanguarda jovem muito combativa, na última semana. Portanto, a mudança na conjuntura não permite concluir que estamos em uma situação revolucionária. Não existe situação revolucionária sem disposição revolucionária de luta entre os trabalhadores. Esta disposição, infelizmente, ainda não está madura. O que estamos vivendo não autoriza analogias apressadas com a situação de 2001/02 na Argentina. Não se trata de um “argentinazo” em câmara lenta.
O governo Temer agoniza, é verdade. Quem ainda governa, ainda que pouco é Meirelles. Pensar que estaríamos, de alguma maneira, na iminência de uma crise de regime que pode colocar, do ponto de vista dos interesses da classe trabalhadora, a perspectiva da luta direta pelo poder é uma ilusão muito perigosa, porque a tendência é colocar para o movimento tarefas que não podem cumpridas, portanto, precipitar ações aventureiras. Aprendamos as lições das Jornadas abertas em Junho de 2013. Ações aventureiras foram responsáveis pelo isolamento e refluxo depois de fevereiro de 2014.
3. O movimento de resistência dos trabalhadores e da juventude veio acumulando forças, no contexto de uma situação defensiva, desde o fim do ano passado. Mas pode dar um salto de qualidade, em função das fissuras na burguesia, e da divisão na classe média. Mas ainda não se deu este salto de qualidade. Não nos enganemos, o papel do PT e PcdB neste processo ainda será decisivo. Apesar de estarem desgastados pela crise das propinas, o PT e Lula ainda têm influência de massas.
Não estava nos seus planos derrotar as reformas, nem muito menos tentar derrubar Temer. Sua estratégia era desgastar o governo em função das eleições do ano que vem, com a fórmula Lula 2018. Mas é inegável que a frente única construída a partir da convocação da greve geral pelas centrais sindicais, aliadas aos movimentos sociais, foi indispensável para o sucesso do 28 de Abril. Agora o PT e a CUT se reposicionaram à esquerda, um sinal de que estão sentindo a pressão social. Sem uma nova greve geral, maior e mais poderosa não será possível que a força social dos trabalhadores se manifeste, plenamente, como um sujeito social independente, diante dos dois blocos burgueses em disputa.
O papel da Frente Povo Sem Medo, em especial, tem sido muito progressivo, porque tem se destacado na denúncia dos dois blocos da classe dominante, e assumido a defesa simultânea do Fora Temer, do Fora às reformas, das Diretas Já para a presidência e das eleições gerais. Manter uma política de construir a frente única com um programa de emergência diante da crise é vital.
O desfecho ainda incerto da luta para derrubar Temer abre a necessidade da CSP/Conlutas se apresentar como uma Central Sindical e Popular engajada na luta pela Frente Única chamando à Greve Geral sem vacilação, mas, também, sem ultimatismos.

4. A importância do papel da esquerda socialista não deve ser subestimada. Devemos ser conscientes que a disputa política em curso tem os seus ritmos. Estamos em um momento em que o decisivo é ampliar a força social pelo Fora Temer, mas construir um bloco político contra as eleições indiretas. Defender Diretas Já não é capitular a uma “saída eleitoral” nos limites da democracia liberal burguesa. Defender Diretas Já significa dizer não à política da fração burguesa que já se deslocou para o Fora Temer, mas quer que o Congresso Nacional decida quem deve governar.
Somos por um governo dos trabalhadores e do povo, evidentemente. Mas ainda não temos forças acumuladas para lutar pelo poder. Por isso, não surgiram ainda sequer organismos de base que expressem a frente única. Não há Conselhos Populares, nem embriões de Poder Popular, a não ser como propostas literárias. Não estamos em uma situação revolucionária. O que podemos é impedir a burguesia de conseguir governar. Isso não é secundário. Porque se a classe dominante conseguir arbitrar as suas diferenças, a ofensiva das reformas trabalhista e previdenciária voltará com força total. Podemos e devemos defender eleições gerais, isto é, agitar pela dissolução do Congresso Nacional.


quarta-feira, 24 de maio de 2017

O “Dia D da Família na Escola”

O “Dia D da Família na Escola”, em Lauro de Freitas foi comemorado no dia 20 de maio, nesse último sábado. E nós do ASPROLF visitamos esse evento, e faremos o seguinte destaque: Como estratégia de reforço à importante presença da família na escola. 



Nas escolas de Lauro de Freitas foram discutidos o rendimento escolar dos alunos com a família. Trata-se de um instrumento simbólico que tem a finalidade de aproximar a comunidade da escola, integrando-as. Para esse fim as escolas criaram um leque de atrativos como: palestras, corte de cabelo, orientação e tratamento dentário, além de debates com o propósito de informar a profilaxia a respeito das mais diversas doenças, houve o envolvimento de toda a comunidade escolar, e com a diversidade de serviços que foram gratuitamente fornecidos na escola, cumpriu o seu objetivo, foi um sábado dinâmico e diferente.

Crianças de Lauro de Freitas em atendimento dentário. 


As escolas de Lauro de Freitas, com o propósito de se planejar um momento em que pais e professores meditem a escola de ontem, a escola de hoje, contando passagens de suas vidas de estudantes, como eram, como se sentiam enquanto alunos e que lembranças trazem da escola, e os problemas atuais, que não podem ficar a parte, se o proposito for integrar a escola a comunidade em que ela está circunscrita.



O Dia D da Família na Escola não é uma ação isolada; faz parte de um conjunto de atos previstos no próprio Regimento Escolar, quando fala, especialmente, do Conselho de Escola, sua instância maior de decisões, em que a presença de pais é obrigatória, ou a Associação de Pais e Mestres.

Encontros da escola com a comunidade facilitam o conhecimento do bairro, das comunidades de base, pastorais ou sociais, das ONGs, das entidades cívicas. Esses encontros propiciam uma atualizada orientação pedagógica, que encaminha a aprendizagem para uma contextualização do currículo, a uma filosofia da educação que pede o desenvolvimento integral do aluno, o conhecimento de sua realidade de vida, de seu cotidiano, de seu ambiente familiar e social, de seus desejos e aspirações.



A presença dos pais na escola, além de colaborar com os múltiplos aspectos escolares, inclusive o disciplinar, é uma valiosa ferramenta para o professor se achegar ao aluno, conhecê-lo bem, compreendê-lo, ajustar o processo pedagógico, fazer com que a aprendizagem se torne concreta.






A escola deve se preparar convenientemente para esse dia, passar à comunidade, aos pais, a necessidade de luta conjunta, de apoio mútuo, de união, para que possam vencer as barreiras e trazer benefício aos alunos. Compete à escola mostrar aos pais, muitas vezes sem nenhuma escolaridade ou com escolaridade mínima, a importância hoje do saber. A colocação no mercado de trabalho está diretamente relacionada aos anos de escolaridade, à competência profissional. Estamos na era do conhecimento, por isso, não basta ao aluno frequentar a escola; é preciso se dedicar, estudar, aprender, e, nesse particular, os pais podem ajudar e muito.



Essa é uma oportunidade a mais para a escola explicar aos pais seus objetivos educacionais, os seus métodos de ensino, inteirá-los do processo ensino-aprendizagem adotado. Ocasião propícia para se redimir de procedimentos anteriores, quando só se chamavam os pais para fazer-lhes observações negativas a respeito do filho, do mau aproveitamento ou do mau comportamento.

É importante frisar, a importância da presença dos pais na escola, no fortalecimento dos objetivos escolares que essa presença traz. Quando pais e mestres se encontram, quando firmam, conjuntamente, compromisso com o sucesso, o resultado é auspicioso. Devem, pois, manter um relacionamento contínuo, ao longo do ano, em ações cotidianas, respeitando a realidade da família e da escola.



Vivemos um momento social e político difícil, conturbado, presenciamos índices de desemprego históricos, polemicas greves e paralizações e a necessidade de uma reação do povo brasileiro contra a retirada de direitos, imposta por um governo ilegítimo, corrupto e que só beneficia os ricos, vejam as isenções de dividas dos ricos, que revoltam os mais oprimidos desse pais, e isso tudo reflete, direta ou indiretamente, na sala de aula, na vida escolar, só para dar ênfase ao que digo, estamos hoje na manifestação culpa Brasília, e nas grandes cidades estamos mobilizados, no caso da região metropolitana de Salvador, o movimento vai ser em Salvador no Campo Grande ás 15h. Outro aspecto importante, o perfil da família está mudando, lares desfeitos, só com o pai ou, mais frequentemente, só com a mãe, gerando conflitos, repercutindo no comportamento dos filhos. Conhecer a realidade familiar é fator relevante na superação das dificuldades apresentadas pelos alunos. A aproximação com os problemas do bairro, com os problemas da família, e as grandes questões da política nacional como eu enfatizo no exposto acima, não isola a escola, não faz dela uma entidade abstrata, alienadora, mas, sim, real, capaz de construir, de interferir, de oferecer um ambiente de paz, de altruísmo, de combate à violência.




Recente pesquisa do IBGE comprovou que a violência é a principal causa de morte de jovens no Brasil e nós sabemos que esta violência vem se infiltrando cada vez mais nas escolas, e Lauro de Freitas sente de perto essa realidade. Por essa e por tantas outras razões, a escola necessita estar afinada à realidade que a cerca, buscando a colaboração da família, no Blog do ASPROLF fizemos muitas matérias a respeito da violência na escola, com essa ação demonstramos a nossa sensibilidade e atenção a essa questão.

Através de avaliações oficiais, do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), constatou-se que em localidades pobres, de baixa renda, em que os pais frequentam a escola, em que pais e professores se conhecem, dialogam, o rendimento escolar é melhor, as notas dos alunos são superiores a outras escolas, em situações socioeconômicas semelhantes.


A escola só alcança sua verdadeira identidade, uma aprendizagem efetiva, quando se insere em seu meio social, quando abre espaço para uma crescente integração escola-comunidade, escola-família, atividade proposta pelas escolas de Lauro de Freitas no sábado, o que mais emocionou a todos os que participaram do evento, foi o envolvimento dos profissionais da educação em prol da criança de Lauro de Freitas, profissionais que sacrificaram o seu sábado, e porque não dizer! fizeram uma linda festa. 

ASPROLF.



OBS. 24/05?2017 ( HOJE ) a rede de ensino do município de Lauro de Freitas também vai parar. Já que na Bahia haverá paralisação na educação para que os trabalhadores possam participar das manifestações pelo Ocupa Brasília que também vai acontecer em Salvador, concentração no Campo Grande, às 15h, a rede municipal de ensino de Lauro de Freitas também vai aderir a essa luta no dia 24/05, dia de paralisação na rede estadual e municipal de salvador. Tal decisão foi fruto de uma conversa entre Asprolf-Sindicato, e o Secretário de Educação, Sr. Paulo Gabriel.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Final de semana de protestos na capital baiana.

sexta-feira (19) no centro de Salvador.


Logo na sexta-feira (19) teve uma passeata do Campo Grande até a praça Municipal, que de forma estratégica, conseguiu um grande contingente de trabalhadores, devido ao horário final de expediente, muitos puderam participar. Nessa oportunidade foram diversos discursos contra a reforma da previdência, e denúncias destacando os escândalos de corrupção que está mergulhado o país, no sábado à tarde todos podemos ver o cinismo do discurso do Presidente golpista, querendo justificar o injustificável, a lama em que ele está envolvido, esse discurso serviu para inflamar a população, culminando no ocorrido neste domingo (21), aconteceram protestos em todo o país para pedir a imediata saída do presidente Michel Temer (PMDB) da Presidência da República. Em Salvador, a manifestação aconteceu com uma caminhada do Campo Grande centro da capital baiana até o Farol da Barra, ponto turístico e tradicional palco de manifestações políticas, culturais de Salvador.

Domingo na Barra - Josias Porto CSP- Conlutas.

O lugar da manifestação e o dia, foi escolhido de forma estratégica, centro e o Farol da Barra, de fácil acesso aos domingos, o que cumpriu com êxito o propósito de também exigir o chamado imediato de eleições diretas, tivemos no evento discursos e analisas conjunturais esclarecedoras para a classe trabalhadora, não posso deixar de externar o quanto foi forte, e muito bonito o movimento dos trabalhadores, em um domingo de sol na capital baiana, nós do ASPROLF estávamos lá, nas ruas da capital baiana, palco onde deve ser construído a resistência a esse governo ilegítimo, com o discurso FORA TODOS OS GOLPISTAS.
O movimento foi convocado pelas organizações dos movimentos sociais e as principais centrais sindicais. MTST, CUT, CTB, CSP-Conlutas, entre outras entidades, compuseram o protesto, na oportunidade não deixamos de convocar a população para as manifestações que ocorrera em todo o brasil no dia 24 quarta-feira, e a ida a Brasília, no chamado da CSP-Conlutas denominado ocupa Brasília.
As manifestações que acontecem pelas cidades brasileiras e em alguns outros países se fortaleceram a partir das notícias sobre a participação de Temer em escândalo de corrupção. Uma gravação do empresário da JBS mostra o peemedebista na tentativa de calar o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB). O presidente concedeu dois pronunciamentos oficiais, onde afirmou que não irá renunciar. No entanto, já não tem sustentação desde a base aliada, até o pedido das ruas, que reforçam a impopularidade do seu governo e de suas reformas. Antes mesmo das denúncias, gozava de 71% de rejeição.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

ASPROLF vai levar caravana para o Ocupa Brasília na luta contra a retirada dos direitos trabalhistas e previdenciários



Além da conquista o reajuste salarial acima do Piso, ASPROLF conseguiu garantir a volta da Eleição para Gestor nas escolas

A assembleia geral extraordinária ocorrida nesta quarta-feira (17), pela manhã, aprovou o índice de reajuste salarial de 8%, proposto em mesa de negociação pela com comissão paritária, escalonado em 3% no mês de abril, 3,36% em novembro, e 1,64% a partir de 1º de dezembro. Outra conquista do ASPROLF, foi a garantia da volta da Eleição Direta para Gestor e Vice de Escola. Também está acertado, já com data de reunião marcada, as Comissões que vão discutir a Eleição de Gestor e Vice de Escola, o Plano de Carreira e Análise dos Processos Administrativos, além da continuidade da Mesa de Negociação Permanente que debater os outros pontos da pauta reivindicatória da categoria


A plenária ainda deliberou a favor do caravana que irá ao Ocupa Brasília, ato marcado para a próxima quarta-feira (24), onde diversas centrais sindicais do País, sairão em batalha em defesa do direito à aposentadoria e contra as reformas trabalhista e previdenciária. 
Para além das deliberações, o que não ficou de fora da pauta da assembleia e está deixando a categoria extremamente insatisfeita, é a falta de infraestrutura nas escolas da rede municipal. De acordo com a denúncia dos docentes, está faltando mobiliário para alunos e professores e até papel higiênico nas unidades das creches, eles questionaram se “é essa a Cidade Educadora que teremos.”
Além do reajuste salarial e da caravana para o Ocupa Brasília, também foi informada a reunião na próxima segunda-feira (22) às 8h30, no Centro de Cultura de Portão. dos cuidadores, profissionais REDA, agentes administrativos e auxiliares de classe.

Daisy Macedo.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Veja o resultado da assembleia



ASPROLF-Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Lauro de Freitas realizou hoje, pela manhã, às 09h, quarta-feira (17), na AFPEB, uma assembleia geral extraordinária, a categoria deliberou as seguintes ações:

Reajuste de 8% escalonado da seguinte forma -  3% abril, 3,36% novembro, 1,64% dezembro.

Comissão de plano de carreira.

Comissão de eleição direta nas escolas.

Comissão de análise de processos (ponto crucial da prefeita, declarou vontade de resolver o problema)

Comissão de projeto político pedagógico de Lauro de Freitas.

Foi informado, a reunião marcada com a prefeita dia 22/05 as 8:30 com os seguimentos, auxiliares de classe agente administrativo, cuidadores e REDA.


A plenária ainda deliberou a favor do caravana que irá ao Ocupa Brasília, ato marcado para a próxima quarta-feira (24), onde a CSP-CONLUTAS e diversas centrais sindicais do País, sairão em defesa do direito à aposentadoria e contra as reformas trabalhista e previdenciária.  

terça-feira, 16 de maio de 2017


A proposta do ASPROLF aceita pelo Executivo vai ser levada amanhã pela manhã para apreciação da base durante assembleia geral extraordinária na AFPEB

Chefe de gabinete Sr. Leto Lopes, o secretário de educação Sr. Paulo Gabriel Nacif, e a Sra. Moema Gramacho prefeita.


Enfim a prefeitura municipal de Lauro de Freitas chegou a um acordo sobre o reajuste salarial dos trabalhadores municipais da educação, hoje (16), pela manhã, durante a oitava rodada de negociação da pauta reivindicatória da categoria.
A reunião que contou com a Coordenação Executiva do ASPROLF – Sindicato dos Trabalhadores Municipais da Educação, comissão paritária e a prefeita Sra. Moema Gramacho, além do secretário de educação (Sr. Paulo Gabriel Nacif) e o chefe de gabinete (Sr. Leto Lopes), foi rápida e com avanços significativos para a classe trabalhadora.

Sra. Moema Gramacho - Prefeita de Lauro de Freitas

No encontro anterior (09/05), os sindicalistas haviam apontado a contraproposta de 8,5%, que não foi aceita pela gestora, que insistia em oferecer apenas o percentual do Piso Nacional (7,64%) parcelado em 3 vezes, sem ganho real. Na mesa de hoje, demonstrando maturidade de negociação e flexibilização, o ASPROLF trouxe o índice de 8,0% escalonado em 3,0% no mês de abril, 3,36% em novembro e 1,64% a partir de 1º de dezembro.

Reunião do dia 9 de maio.


Comissão paritária reunida. 
A prefeita acatou à proposta e se comprometendo também a dar agilidade às 3 comissões que vão discutir a Eleição Direta para Gestor de Escola, a Análise de Processos Administrativos e o Plano de Carreira. A proposta do reajuste será levada para a assembleia geral extraordinária de amanhã (17), às 9h na AFPEB, para apreciação e deliberação dos trabalhadores. Caso passe, na reunião entre o ASPROLF e governo ainda na tarde desta quarta-feira, será fechada a negociação com assinatura de um TAC – Termo de Ajustamento de Conduta, firmando todos os pontos fechados em mesa de negociação.Outro ponto também ficou definido, foi uma reunião para o dia 22/05, às 8h30, no Centro de Cultura de Portão, entre governo e profissionais REDA, auxiliares de classe, cuidadores e agentes administrativos.